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DETECÇÃO DE LINFÓCITOS EM NEOPLASIAS MAMÁRIAS CANINAS
Murilo Henrique Dias da Silva, Geórgia Modé Magalhães

Última alteração: 2019-09-17

Resumo


Uma neoplasia é composta de células derivadas originalmente de tecidos normais, mas que devido a alterações genéticas herdadas deixaram de ser responsivas aos estímulos de crescimento normais, levando ao crescimento além dos seus limites anatômicos. A ovário-histerectomia precoce é o método de prevenção mais eficaz, pois evita as variações hormonais que ocorrem durante as fases do ciclo estral. Objetivou-se nesse estudo avaliar o número de linfócitos em neoplasias mamárias caninas malignas e benignas, verificando se há diferença entre o número de linfócitos por campo de grande aumento. Dez amostras de neoplasias mamárias caninas benignas e malignas foram coradas com hematoxilina e eosina (HE), classificadas e analisadas quanto a presença de linfócitos. Contou-se os linfócitos de 10 campos e fez-se a média dos mesmos. Nas neoplasias caninas benignas verificou-se uma média de 5,18 linfócitos por campo e nas neoplasias malignas uma média de 12,27 linfócitos por campo. Essa diferença foi confirmada pela análise estatística e conclui-se que as neoplasias malignas recrutam maior número de linfócitos teciduais.

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