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DESEMPENHO DE NOVILHAS SUPLEMENTADAS COM RESÍDUO ÚMIDO DE MANDIOCA E DOIS NÍVEIS DIETÉTICOS DE UREIA
Gusthavo Ribeiro Vaz da Costa

Última alteração: 2019-08-24

Resumo


A pecuária de corte é uma atividade importante para o agronegócio brasileiro, e a suplementação no período seco é um grande desafio aos produtores. O objetivo do trabalho é avaliar os efeitos da adição de ureia em suplementos a base de resíduo de fécula de mandioca (RFM). O experimento foi conduzido por um período de 56 dias, utilizando 20 novilhas nelore com idade de 8 e 10 meses pesando em média 180kg+-39kg no início do experimento, mantidas em pastagem de Urochloa decumbens, com aproximadamente 7 hectares, e água à vontade. Os animais passaram por adaptação de 14 dias. Os animais foram pesados a cada 28 dias. As médias de ganho de peso diário foram avaliadas pelo teste de Tukey a 5% de significância com a utilização do programa SISVAR, sendo os tratamentos experimentais utilizados: Controle (pasto + mistura mineral), T1 (50g de ureia pecuária + 0,3% PC resíduo), T2 (50g de ureia de liberação lenta + 0,3% PC resíduo), T3 (100g de ureia pecuária + 0,6% PC resíduo) e T4 (100g de ureia de liberação lenta + 0,6% PC resíduo). Conclui-se que, até este momento do experimento, a suplementação com ureia e resíduo de fécula foi viável.


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